Você sabia?

A língua de uma baleia azul adulta tem aproximadamente a mesma massa de um elefante inteiro.

Cada corpo humano consiste em cerca de 10 quatrilhões de células, mas hospeda cerca de 100 quatrilhões de células bacterianas.

Louis Pasteur ficou tão preocupado com os micróbios que passou a examinar com uma lente de aumento todos os pratos que lhe eram servidos.

Einstein só aprendeu a falar aos 3 anos de idade.

A doença conhecida mais antiga do mundo é a lepra, cujos primeiros registros datam de 1350 a.C.

A cidade mais antiga do Brasil é São Vicente, no litoral paulista.

As impressões digitais formam-se de 6 a 8 semanas antes de o bebê nascer e nunca são iguais.

Misofobia é o medo de sujeira, contaminação.

O cérebro de um adulto pesa, em média, 1,4 quilos, correspondente a 2% do peso do corpo. Mas exige 25% de todo oxigênio que usamos.

Em Cleópatra, 1963, Elizabeth Taylor usou 65 roupas diferentes.

Hoje, ontem, anteontem e trasanteontem.

O discurso de Greer Garson, a Melhor Atriz de 1942, foi o mais longo da história, passou de 1 hora.

Madame Marie Curie foi a primeira pessoa a ganhar dois prêmios Nobel. O primeiro foi ganho em física,1903 e o segundo em química,1911.

Anthony Hopkins, que recebeu o Oscar, não piscou nem uma vez nas suas cenas como Hannibal Lecter, o Cannibal no filme O Silêncio dos Inocentes,1991.

Coca-Cola seria verde se coloração não fosse adicionada ao refrigerante.

Uma pessoa perde em média 40 a 100 fios de cabelo por dia.

85% do cérebro humano é composto de água.

Os porcos não são fisicamente capazes de olhar para o céu.

Um estudo, que abrangeu cerca 200 mil avestruzes durante mais de 80 anos, não registou um único caso em que uma avestruz fosse vista a enfiar a cabeça na areia.

Origem de algumas palavras

7 de jan de 2008 0 comentários

cinico (de cão)

Uma das mais controvertidas escolas filosóficas da Grécia antiga era a dos cínicos, que desprezavam as aparências e as convenções sociais e pregavam uma vida radicalmente simples e independente. Não há dúvida de que o nome desta escola vem do grego kyon, kynos ("cão"), embora haja duas teorias diferentes para explicar esta origem. Uma a relaciona com o modo de vida de Diógenes, o mais famoso seguidor desta filosofia, que vivia ao ar livre, comendo o que encontrava nas ruas e fazendo suas necessidades em qualquer lugar; ele próprio se intitulava "o cão", e latia quando queria fazer críticas a alguém. A outra liga o nome ao ginásio denominado Cinosarges ("cão branco"), local onde lecionava Antístenes, o filósofo que fundou esta escola.

vacina (de vaca)

A palavra provém de vaca; na sua origem, era um adjetivo latino, presente na expressão variolae vaccinae - a "varíola das vacas". O médico inglês Edward Jenner (1749-1823) desenvolveu a idéia de inocular as pessoas com o vírus dessa varíola animal, muito mais fraca que a humana, provocando assim uma reação que deixava o organismo imunizado contra a temida doença. Hoje, a Organização Mundial da Saúde considera extinta a varíola em nosso planeta, mas o termo vacina continua a ser usado para abranger toda a inoculação que produza anticorpos protetores contra qualquer outra doença.

porcelana (de porca)

A porcelana, fabricada na China desde o séc. VII, foi introduzida na Europa pelos mercadores venezianos e portugueses do Renascimento. A louça feita com esse material leve e translúcido logo substituiu os pesados utensílios de cerâmica, metal ou madeira até então utilizados nas mesas européias, sendo batizada de porcellana pelos italianos, devido à sua semelhança com a textura branca e lisa de uma concha conhecida como porcella ("porquinha"), numa analogia de sua forma com o órgão sexual da porca. No famoso relato de Marco Pólo, do início do séc. XIV, aparece o termo usado tanto para a louça, quanto para o molusco.

canário (de cão)

O canário, o mais apreciado dos pássaros de gaiola, conhecido na Europa desde o séc. XVI recebeu esse nome porque foi trazido das Ilhas Canárias, hoje pertencentes à Espanha. No início da Era Cristã, Juba II, rei da Numídia, fez uma expedição a essas ilhas, onde teve a surpresa de encontrar numerosas matilhas de cães selvagens, de porte avantajado, levados para lá por possíveis viajantes do Norte da África. O fato o levou a chamar o arquipélago de Canariae Insulae (em latim, "ilhas dos cães"), o que faz com que canário seja da mesma raiz que canil ou canino.

gatilho (de gato)

Nas primeiras armas de fogo, fabricadas artesanalmente, decoradas com extremo requinte, a peça que segurava a pederneira (pedra que produzia a faísca para iniciar o disparo) costumava ser esculpida com a forma de cabeça de cão ou de gato. Desse costume proveio o nome das duas peças que manuseamos na hora de atirar: o cão e o gatilho. Embora originariamente ambos fossem nomes diferentes para a mesma coisa, pouco a pouco gatilho passou a denominar a parte em que se apóia o dedo para disparar o tiro, tecnicamente conhecida como disparador - e é nesse sentido que usamos a palavra metaforicamente, quando falamos de gatilho salarial.

músculo (de rato)

Vem do latim musculum, diminutivo de mus, muris ("rato"), a mesma fonte de onde proveio o famoso mouse do inglês e o nosso morcego (de muris caecus, "rato cego", como os antigos o chamavam). Esse estranho nome de ratinho foi adotado pelos primitivos estudiosos de anatomia porque certos músculos, como os do braço e os da perna, ao se contraírem sob a pele, dão a impressão do volume de um pequeno rato que se move sob um pedaço de tecido.

boato (de boi)

Contrariando o dito que do boi só não se aproveita o berro, a palavra boato vem do latim boatus ("mugido, berro do boi"). No séc. 17, o Padre Vieira ainda utilizava o termo para se referir a uma "gritaria; alvoroço", significado até hoje conservado no espanhol. Pouco a pouco, no entanto, boato passou a designar aquela informação, geralmente mal intencionada e sem fundamento algum, que as pessoas vão passando umas para as outras, como reses de um grande rebanho que vão se comunicando por contigüidade.

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